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25/03/2010 - Organizações saudáveis: é possível?

                        Em análise ao tema proposto e refletindo sobre algumas organizações nas quais já desenvolvi pesquisa e alguns projetos, principalmente na época da minha graduação e no desenvolvimento de tarefas profissionais, imagino que as empresas que poderei considerar como possuidoras de “projetos” saudáveis, são as empresas que tem uma visão global mais ampla, no sentido de compreender o seu papel nos diferentes meios nos quais encontra-se envolvida, seja como parte de um mercado globalizado e competitivo, inserido num mundo que exige desenvolvimento sustentável e ecologicamente equilibrado, mas também na busca por colaboradores com mais conhecimento, responsabilidade e motivação. Assim, entendo como premissa a esta questão, que uma empresa que almeja ser considerada como “saudável” não poderá estar em conflito com as exigências da sociedade atual. 

                        Voltando-se para dentro da organização, creio que a base para uma organização ser saudável está muito ligada à capacidade de diálogo entre os níveis existentes em seu organograma. A existência de conflitos entre gestores e estes com o quadro de colaboradores dificulta muito a integração entre os indivíduos o que compromete todos os trabalhos em desenvolvimento. 

                        Como ponto principal, as organizações deveriam investir no diálogo entre os seus colaboradores e gestores, incluindo altos escalões, isso poderia facilitar o conhecimento das necessidades e capacidades das pessoas. Entendo que as informações devem ser divididas entre todos os colaboradores, de forma clara, repassando dados importantes sejam bons ou ruins, criando desta forma uma relação de confiança e parceria entre o pessoal e empresa, evitando desta forma, que os colaboradores recebam notícias sobre a própria empresa por terceiros, pois isso provoca uma grande frustração no colaborador.

                        Em relação ao meio onde está inserida esta organização (entidades, público em geral, clientes, comunidade do entorno, grupos sociais, associações, poder público, concorrência, entre outros), entendo ser de suma importância que esta possua um bom nível de relacionamento com estes indivíduos, pois considero que esta capacidade de administrar conflitos externos, esteja diretamente ligada, e seja o reflexo do sucesso ou fracasso no diálogo interno da empresa. Na minha opinião, não há nenhuma organização de porte considerável que não ocasione impacto ao meio quando da sua instalação. Toda a atividade causa um impacto na concorrência local, na vizinhança, no meio ambiente, no mercado de trabalho, no trânsito e em outros tantos setores, porém, o modo como esta organização irá preparar-se para estes desafios, ou administrar possíveis conflitos que venham a ocorrer é que será o seu diferencial em poder ser considerada como saudável.

                        Concluindo, entendo que uma organização pode sim ser considerada saudável, no entanto, considero que esta é uma questão bastante complexa, pois envolve uma série de fatores que não estão apenas na relação gestor e colaborador, mas também, na maneira como esta organização consegue inserir-se e dialogar com o meio onde encontra-se inserida.






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